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	<title>Arquivos teste - Dr. Guilherme Meyer</title>
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	<description>Ortopedia e cirurgia da coluna</description>
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		<title>Escoliose costuma atingir crianças e adolescentes; conheça as causas e como tratar</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 13:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A escoliose é uma doença caracterizada por um encurvamento anormal da coluna vertebral, que faz com que essa estrutura se assemelhe à letra S. Caso a doença não seja tratada adequadamente, a coluna pode se deformar severamente e, em casos extremos, comprometar a capacidade pulmonar. A condição tende a aparecer<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a href="https://drguilhermemeyer.com.br/escoliose-costuma-atingir-criancas-e-adolescentes-conheca-as-causas-e-como-tratar/">Escoliose costuma atingir crianças e adolescentes; conheça as causas e como tratar</a> apareceu primeiro em <a href="https://drguilhermemeyer.com.br">Dr. Guilherme Meyer</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A escoliose é uma doença caracterizada por um encurvamento anormal da coluna vertebral, que faz com que essa estrutura se assemelhe à letra S.<br />
Caso a doença não seja tratada adequadamente, a coluna pode se deformar severamente e, em casos extremos, comprometar a capacidade pulmonar. A condição tende a aparecer ainda na infância ou adolescência. </p>
<p>Em crianças, a escoliose pode ser congênita ou idiopática. As curvas congênitas são causadas por um defeito vertebral no desenvolvimento precoce da coluna ainda no útero. </p>
<p>A escoliose idiopática ocorre sem uma causa conhecida e é classificada como infantil, juvenil e adolescente. A escoliose infantil ocorre antes dos três anos de idade e é mais comum em meninos. Muitos casos se resolvem por conta própria, sem tratamento, enquanto que outros casos podem progredir para uma deformidade severa. </p>
<p>A escoliose juvenil ocorre entre os três e dez anos e tende a ser mais comum entre as meninas. Essas curvas muitas vezes requerem intervenção cirúrgica porque apresentam alto risco de progressão. </p>
<p>A escoliose idiopática do adolescente é a mais comum e ocorre com mais frequência em meninas a partir dos dez anos. A doença costuma progredir durante os períodos de crescimento que ocorrem na adolescência.</p>
<p><strong>Sintomas da escoliose </strong></p>
<p>Observe se a criança ou o adolescente apresenta os seguintes sintomas: </p>
<p>&#8211; Linha desigual da bainha da camiseta<br />
&#8211; Uma curva notável na coluna quando a criança está de maiô<br />
&#8211; As roupas não parecem adequadas<br />
&#8211; Um dos ombros está elevado<br />
&#8211; A caixa torácica é irregular ou está deslocada<br />
&#8211; Dor nas costas</p>
<p>É importante buscar ajuda médica caso você note esses sintomas ou quaisquer outras mudanças sobre a curva da coluna vertebral. O quanto antes a escoliose for detectada, mais opções de tratamento estarão disponíveis.</p>
<p><strong>A importância do diagnóstico precoce</strong></p>
<p>O diagnóstico precoce da escoliose pode ajudar a prevenir a progressão da curvatura e da deformidade. O histórico completo de qualquer condição médica subjacente pessoal ou familiar que possa estar associada à escoliose deve ser revisado por um médico. A idade do paciente, início da puberdade e, nas mulheres, o primeiro período menstrual, são marcos para determinar o crescimento da coluna e, consequentemente, o potencial risco de progressão da doença. </p>
<p>Além disso, os pacientes devem ser avaliados por quaisquer sintomas neurológicos, incluindo dor, dormência ou formigamentos, fraqueza e qualquer perda de controle das funções intestinais e da bexiga. </p>
<p>Um exame físico completo fornece informações sobre a saúde do paciente e sua coluna vertebral. Esse exame se baseia na observação do paciente, o que inclui o equilíbrio geral da coluna vertebral, a relativa altura do ombro e da pelve, bem como a curvatura da coluna vertebral e a deformidade da caixa torácica. </p>
<p>O teste de flexão de Adam permite que o médico veja quaisquer proeminências que o paciente possa ter enquanto ele se inclina para a frente. Uma corcunda de costela significativa pode ser medida em graus por um escoliômetro. </p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://drguilhermemeyer.com.br/wp-content/uploads/2017/06/escoliose.jpg" alt="escoliose" width="400" height="320" class="aligncenter size-full wp-image-337" srcset="https://drguilhermemeyer.com.br/wp-content/uploads/2017/06/escoliose.jpg 400w, https://drguilhermemeyer.com.br/wp-content/uploads/2017/06/escoliose-300x240.jpg 300w, https://drguilhermemeyer.com.br/wp-content/uploads/2017/06/escoliose-183x146.jpg 183w, https://drguilhermemeyer.com.br/wp-content/uploads/2017/06/escoliose-50x40.jpg 50w, https://drguilhermemeyer.com.br/wp-content/uploads/2017/06/escoliose-94x75.jpg 94w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>As radiografias da coluna vertebral são tiradas de frente e de lado para determinar a magnitude, em graus, da curva da coluna vertebral (conhecido como ângulo de Cobb), alinhamento geral e potencial crescimento futuro. As anormalidades das vértebras podem ser notadas nas curvas congênitas. Os raios-X de flexão podem ser usados ​​para ajudar a determinar a flexibilidade das curvas.</p>
<p><strong>Tratamento </strong></p>
<p>O tratamento é determinado pela análise geral da idade, histórico, exame físico, tipo e magnitude da curva, progressão esperada da curva e aparência geral. Pequenas curvas que não têm expectativa de progressão podem não exigir tratamento e, assim, ser acompanhadas por meio de raios-X regulares. </p>
<p>Coletes </p>
<p>Muitas vezes, é recomendado o uso de colete para crianças com curvas na faixa de 20 a 40 graus. Esses equipamentos são usados praticamente o dia inteiro e por um extenso período e têm como objetivo ajudar a prevenir a progressão das curvas, mas geralmente não são capazes de corrigi-las. </p>
<p>Existem diversos tipos de coletes e as crianças podem realizar normalmente suas atividades rotineiras. </p>
<p>Cirurgia </p>
<p>As escolioses acima de 45 graus são frequentemente tratadas com cirurgia, cujo objetivo é corrigir a deformidade e prevenir a progressão do problema. São utilizados parafusos e hastes metálicas para realinhar a coluna. Quando necessária a cirurgia traz ótimos resultados. </p>
<p>Independentemente do tipo de tratamento escolhido, o acompanhamento próximo e cuidadoso do médico é essencial.</p>
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		<title>Espondilolistese degenerativa é comum durante o envelhecimento</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 17:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A coluna vertebral é composta por 33 vértebras. Dessas vértebras, 24 são móveis e conectadas entre si por meio de juntas. Como parte natural do processo de envelhecimento, as articulações da coluna vertebral sofrem um processo degenerativo semelhante ao processo que ocorre em outras articulações do corpo. Isso resulta em<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A coluna vertebral é composta por 33 vértebras. Dessas vértebras, 24 são móveis e conectadas entre si por meio de juntas. Como parte natural do processo de envelhecimento, as articulações da coluna vertebral sofrem um processo degenerativo semelhante ao processo que ocorre em outras articulações do corpo. Isso resulta em uma artrite que às vezes pode levar a dor, rigidez e/ ou instabilidade da articulação. </p>
<p>Em cada vértebra existem duas articulações compostas por processos articulares inferiores e superiores. Esses processos são chamados de articulações facetárias e são as principais articulações entre vértebras adjacentes. As articulações facetárias são mantidas no lugar por um tecido fibroso, chamado de cápsula. Como parte do processo degenerativo normal, as cápsulas das facetas se tornam estreitas e enfraquecidas, o que resulta em um alongamento da cápsula e em um deslizamento de uma vértebra em outra. Este deslizamento é chamado de espondilolistese. </p>
<p>Como resultado, a articulação fica instável e o corpo responde com um espessamento (hipertrofia) das facetas. Esta hipertrofia pode comprimir as estruturas adjacentes às facetas ósseas, como nervos dentro do canal vertebral. A estenose do canal vertebral e a espondilolistese degenerativa são doenças com intima relação. </p>
<p>Há muitos casos em que pacientes com espondilolistese degenerativa não apresentam sintomas e só descobrem a doença após o médico vizualizar o deslizamento das vértebras em uma radiografia. No entanto, algumas pessoas podem sentir dores nas costas e irradiações para as pernas e dificuldade de andar, o que gera impactos em sua qualidade de vida. </p>
<p><strong>Sintomas da espondilolistese</strong></p>
<p>&#8211; Dor na região lombar<br />
&#8211; Dificuldade para ficar em pé e caminhar<br />
&#8211; Espasmos musculares e dores que irradiam para as nádegas ou pernas<br />
&#8211; Fraqueza ou adormecimento das extremidades inferiores </p>
<p>Um típico paciente com espondilolistese degenerativa se queixa de dor relacionada à posição do tronco. Geralmente os sintomas pioram ao caminhar ou simplesmente ao ficar em pé.</p>
<p><strong>Opções de tratamento </strong></p>
<p>O tratamento para a espondilolistese degenerativa se baseia nas características dos sintomas do paciente. </p>
<p><strong>Tratamento não cirúrgico</strong></p>
<p>Os sintomas agudos às vezes podem ser aliviados com um ou dois dias de repouso. Além disso, medicações, como os anti-inflamatórios, podem ajudar a aliviar. </p>
<p>A fisioterapia é muitas vezes recomendada para melhorar o condicionamento e pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade dos espasmos. Além disso, as injeções epidurais de esteróides podem ajudar na dor lombar em situações específicas. </p>
<p><strong>Tratamento cirúrgico</strong></p>
<p>A cirurgia da espondilolistese degenerativa é considerada nos casos em que existirem alterações neurológicas, como dores irradiadas e dificuldade para andar. Dor intratável que não melhora com tratamento clínico também pode ser abordada de forma cirúrgica. </p>
<p>A cirurgia consiste na descompressão dos nervos da cauda equina. Isso faz com que o paciente perceba imediatamente uma grande melhora para andar e ficar em pé. Eventualmente realiza-se uma fusão entre as vértebras que estão escorregadas para evitar a progressão ou recorrência dos sintomas. </p>
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